sábado, 31 de janeiro de 2009

Sobre a (q?) insônia

O ruim nem é a falta de sono.
É a falta de quem conversar.

Sobre Los Hermanos

Eu tenho certeza absoluta que o Marcelo Camelo tenta cantar Último Romance quando tá no chuveiro.










Cá entre nós? Não convence nem a ele mesmo.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

About a few words

"I can see the bones of indifference it's sickening,
sticking through the side of the fool I became.
Another photograph to kiss me in the morning
how can I call you back you don't treat me the same?"

Nice huh?
Go listen to The Parlor Mob.

--

- Oh dear, you are so nice, your skin is soft...kinda reminds me silk.
- Oh my God! I love you! Do you really feel this way when you touch me?
- Awn, no. Not really, you are fat and your skin is dirty, but you're mine.
- Oh, kiss me now.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Sobre WOW e GTA

WOW é uma bosta. GTA é do caralho. Simples assim.

Trocando em miúdos, Wow é Heavy Melódico, que até faz algum sentido quando você tem 12 anos, mas vai ficando ridículo com o passar do tempo. Dá vontade de rir, igual cosplay.
Já o GTA seria Death Metal, sangue e porcaria pra todo lado.

Holy Land ou Hammer Smashed Face?

Francamente.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Sobre os meus amigos

Bom, são poucos os amigos.
Mas não troco nenhum deles.

Aproveitando a onda de imbecilidade (hã?), vou definir parte da gangue por suas frases clássicas:



1 - A pessoa mais doce e das respostas mais acertadas:

Frase: Quem foi o filho da puta que pegou meu bingo? Tá contigo? Ei!



2 - Se disposição e vontade de viver pudessem usar tênis, seriam esse aí:

Frase: Ah velho...tô lesado.



3 - Esse aqui só tem cara de bandido, mas é cabra bão:

Frase: E ae mano, qualé que é?



4 - Ela nasceu com a habilidade de falar:

Frase: Gente, chega mais perto. Me abraça...



5 - Ninguém entende as estratégias dele, mas pouco importa:

Frase: Seis ladrão! (em cima do gato)



6 - Casal colóide:

Frases:
- Ele: Faz outro já...
- Ela: Já morei nessa casa, era do meu avô.




7 - Finalmente, a pessoa que todo mundo gosta de abraçar:

Frase: Pô cara, escute Chico Pinheiro, animal!




Saudações o/

Ps. Todas as fotos do Stock Xchange.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Nota.

Aproveitando que esse blog mais parece o twitter, cheio de pensamento estúpido e momentâneo, lá vai mais um aforismo (hã?):

- as coisas, quando vistas de fora, parecem realmente estúpidas.

--
- Estou com as mãos frias, acho que a pedra não bateu legal no estômago, melhor cheirar um pó pra ver se corta.

Sobre minha própria ignorância

Cada vez que paro pra pensar, eu me sinto um completo imbecil, pois não sei direito como as coisas funcionam, só me acostumei com as respostas prontas, façam sentido ou não.

Geralmente eu percebo isso quando fumo, ou seja, me sinto imbecil várias vezes ao dia. Dizem que a fumaça é um colóide, que não é sólido nem gasoso, e o pior, é bonito, então parece mágico. Mas alguém disse que era colóide, então é colóide. O que essa maldita palavra quer dizer, pouco importa, é uma resposta.
De resposta em resposta eu fui carregado com um monte de conhecimentos, dos quais nem tenho plena certeza, mas aceito. É o cala-boca científico, uma explicação, boa ou ruim, pouco importa. Está explicado.

Olhe ao redor. Quantas das coisas que te rodeiam você não tem sequer idéia de como funcionam?
Usamos computadores, luz elétrica, instrumentos de metal, enfim, tudo, sem saber direito como as coisas funcionam. Aceitamos explicações que nem sempre nos satisfazem, mas nos enganam.
Isso me faz sentir burro. Especialmente quando escuto as possíveis explicações, e as respostas acabam me levando para a ideia de que algumas pessoas são maravilhosas, pensam coisas geniais, e eu sou mais um burro, mas um homem-gado padrão, que serve só para consumir e não para saber.

Um imbecil olhando para um monitor e pensando "como diabos pode haver cristal líquido aqui dentro?".

No final das contas fica impossível chamar qualquer um de ignorante. Seja o alienado que dá crédito de tudo a deus, ou o falso entendido que aceita as explicações que lhe oferecem sem sequer questionar, somos um grande bando de gente rodeada por coisas que não entendemos, mas usamos, coisas de deus ou do diabo.

Bosta isso.

--
- Ó.
- Hum?
- Tem até GPS no telefone.
- Você tem carro?
- Não, mas eu gosto de olhar os mapas quando estou dentro do busão.
- Só. Tem mp3?

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Sobre um sonho

Eu já contei esse sonho para as pessoas mais próximas, se você não convive comigo, talvez seja uma novidade. Só estou escrevendo porque eu tive esse sonho uma segunda vez, essa noite, e acordei mais perturbado do que na vez anterior.

Eu defecava pelo nariz.

...

É, doentio, eu sei.
Nunca entendi a lógica dos sonhos, se é que há alguma.
Existem alguns que dizem que os sonhos têm alguma função meio profética...bem, nem vou entrar nesse tipo de papinho absurdo.
Não existia esfincter algum, eu simplesmente defecava pelo nariz, e precisava assoar aquilo, assim como a gente faz quando está com gripe. E para ajudar, eu tinha bigode, então dá para imaginar aquele bigodinho cheio de merda?

Bem, na pior das hipóteses, é meu cérebro dizendo para mim o que a maioria das pessoas já me disse: você tem merda na cabeça.

O que me fode é esse embrulho no estômago pela manhã.
Nada que um café amargo e uns dezoito cigarros não resolvam.

--

- Adoro essa pintinha que você tem nas costas.
- Que pinta amor?
- Essa aqui.
- Ah, não é uma pinta. Eu tirei um berne daí.
- ...
- Que foi bem?

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Sobre o Opeth

Sabe aquela banda, que pra ir ao show, você deixaria de embarcar num cruzeiro cheio de mulheres nuas, besuntadas de óleo e cheias de sacanagem nas cabeças? É dessa banda que eu estou falando.
O lance do cruzeiro é hipotético.


Enfim, na última década o Opeth foi essa banda, até uns dois anos atrás, quando uma amiga me obrigou ouvir Anathema, e como a banda é daquelas que você precisa estar uma merda pra curtir, me apaixonei. Dessas paixões que passam. Passou.
Se estou viciado em algo hoje nem sei dizer, talvez o The Mars Volta, que fode muito a minha cabeça. O mais legal é que o TMV me obriga a fazer umas pesquisas pra conseguir ouvir sua música, assim, ocupo bastante do meu tempo com a banda. Ainda que nesse caso, talvez eu fosse ao cruzeiro, se ele fosse uma festa, pois fico enjoado no mar. Sim, infelizmente não tem cruzeiro nenhum (porra!).

O fato é o seguinte: os ingressos para o Opeth já estão a venda, e nem estão caros. Apresentação única no Brasil. Hoje eu não teria vontade de ir, mas talvez isso se deva ao fato de não haver muitos shows nas segundas.
Porra, a formação da banda hoje não me agrada, os últimos discos não quebraram minhas pernas, mas ainda é a banda mais foda do mundo.
Eu sei que a maioria das pessoas que eu quero conhecer e não tive chance, pelo menos pessoalmente, estarão lá.

Se o show não for maravilhoso, o que eu duvido muito, pelo menos tomo uma cerveja com os amigos.

Uma merda isso, parece final de namoro, que você não tem coragem de dizer pra guria que você já não suporta mais o cheiro dela, mas beija sua boca como se nada estivesse acontecendo.

Pelo menos vai ter bebida alcoólica.


sábado, 10 de janeiro de 2009

Retratos: Cráudia

Isso mesmo, Cráudia, escrito assim.
Nunca soube se fora cagada do cartório, ou simplesmente burrice dos pais.
Cráudia fazia muitas coisas, e gostava de muitas outras, mas o que ela realmente adorava era pó.
Adorava cheirar, um maldito aspirador ambulante. A parceira para qualquer saída às três da manhã. Sempre com aquela cara de lêmure assustado.

Não chegava a ser genial, mas também não era estúpida. Os poucos momentos em que conseguia te tirar do sério você acabava relevando e pensando: deve ser o pó.
Adorava pó.

Curioso nunca andar com um centavo no bolso. E mesmo assim querer cheirar.
Foi vista há alguns meses lá perto do canal 4, sem dinheiro, mas com pó.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Sobre os quatis

Isso é um aviso para todos os que nunca cruzaram esse terrível animal. O quati gruda em suas costas, fazendo com que perca suas capacidades de pensar e se movimentar. O bicho preguiça terrestre, por assim dizer.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Sobre o orkut

Sabe quando você sente que está carregando uns dois quatis nas costas? Agarradinhos com as unhas na tua camiseta? Bem do tipo que você fica quando come uma feijoada. Mas os animais precisam ser de Itaiacoca. Dos gordos.

O Orkut havia se tornado um tipo de quati, pesado de verdade.

Pois é, eu sempre encarei meu uso da internet como algo proveitoso, atrás de informação, como sempre costumou ser minha proposta.
Até que percebi que eu perdia muito tempo olhando fotos e scraps imbecis no Orkut. Tive que dar o braço a torcer para um amigo (alou), pois o site realmente distorce nossa atenção, e se não tivermos cuidado, facilmente seremos velhas alienadas diante da novela das nove. Não quero isso.

Aos poucos amigos com quem me comunicava por lá, estou por aqui. De resto, cabô as foteenha e os miguxo.

- Alô.
- Aloa.
- Alô?!
- Alô porra!
- Celular de merda.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Sobre as crenças

Eu precisava falar sobre isso, ficou meio engasgado.

Uma amiga discutiu comigo, e provavelmente gosta menos de mim agora, depois que eu falei que achava esses mapas astrológicos uma completa estupidez. Acho mesmo.
Se você, no início desse ano, foi mais um dos imbecis que se fantasiaram de branco, pularam ondinhas, olharam pro céu com algum interesse além dos fogos de artifício, provavelmente te acho estúpido também.

Sim, sou cético, cínico e desrespeitoso (nem tanto).

Não faço parte dessa insanidade coletiva, que acredita que a natureza ou seres metafísicos têm poderes sobre nossa personalidade, comandam nossa vida e reservam para nós algo depois da morte.
Mas compreendo. É facil acreditar em tais coisas, pois você põe uma pedra em cima de assuntos muito importantes. Por quê ficar refletindo sobre a sua personalidade, ou toda sua carga cultural que fez de você quem você é, se é simples e cômodo pegar sua data de aniversário, traçar umas linhas e fazer seu mapa astral. Aliás, algo bem pop nos dias de hoje, essa colagem mística de vários elementos culturais diversos, colocados juntos para acalmar os ânimos das pessoas mais influenciáveis.

Eu acredito na ciência, acredito na observação e acredito na força da estupidez.

--

- Você aceita tique refeição?
- Não senhor.
- Joana, corre lá em casa em vê se alguém tem dinheiro.
- Ai benzinho!